quarta-feira, 27 de abril de 2011

Por que não me surpreendi ontem

É quase como um clichê, uma crônica da morte anunciada.
Iniciar um jogo com William Magrão, Gílson, Adílson e Rafael Marques no mesmo time deixa impossível qualquer resultado positivo.
Magrão é um desses fenômenos de mídia - ou sou eu que não entendo mesmo nada de futebol. Nunca jogou nada, nunca mesmo. Erra passes em demasia, não marca direito, não faz quase nada direito - às vezes chuta ou a bola bate nele e entra no gol -, mas está sempre no time. Ou quando está fora, sempre tem aquele torcedor que diz: "quando o Magrão voltar o meio vai melhorar!". Sim, claro.
Gílson nem se fala. Não deveria jamais ter sido contratado.
E Adílson e Rafael Marques são, quando muito, bons reservas.
Aí, meu velho, fica difícil.
E quando tu achas que não tem mais como piorar, bueno, daê vem o Lins pra salvar a pátria.
Mas cadê aquele time do ano passado???
Cadê o Vílson de volante?
E o Viçosa? Veio passear em Porto Alegre?
Ele não é melhor do que o franguinho Leandro, ele é MUITO melhor do que o Leandro.
O guri ainda tem muito o que aprender para cair de paraquedas em um jogo decisivo de Libertadores.
Pensamento mágico do Renato e da direção.
Sei não, mas acho que vem a dupla Pelaipe e Roth por aí...
ai ai

2 comentários:

conrado_gallo disse...

Cara, tirando a parte do Leandro que eu acho q tu exageraste um pouco, eu concordo com o resto todo!

Hélio Sassen Paz disse...

Cara, tirando a parte do Leandro que eu acho q tu exageraste um pouco, eu concordo com o resto todo! [2]

Guga, aproveita e aparece no Metrópole's amanhã. A gente vai estar em um mutirão p/vender ingressos p/evento, combinar últimos detalhes c/o Grelha do Porto e o Jurídico vai receber propostas de reformas estatutárias.

[]'s,
Hélio